Em 2018, o Alexsandro Vinicius Mendes, do Mega Studios, iniciou o projeto JOURNEY TO OBLIVION, um jogo horizontal para Mega Drive, com boa pegada e influências de vários clássicos dos jogos de nave, como Gleylancer, Soldeace, Gradius, Hellfire e outros.
Tela-título simples e direta, como deve ser (1ª versão)
Tela-título, versão de 2019
Primeiros testes
Instruções a la SNK: gostei! (imagem da 1ª versão do jogo, a nave do jogador não é mais assim)
O jogo traz duas opções de naves (e seus respectivos pilotos); Uma mais lenta, porém, mais forte, e outra com características inversas.
Primeiro as damas: nave Phoenix Wing
Agora os marmanjos: nave Arrow Hope
Rápida, porém, não muito forte
Forte, porém, mais lenta
Como não poderia deixar de ser, é uma guerra espacial
Entrevista com o autor do projeto, no canal Megadriveanos
O jogador conta com um sistema de armas baseado em "upgrades" (o qual eu ainda não consegui compreender a ordem de evolução), no qual se começa com uma arma simples e aos poucos, coletando os "power-ups", vai se tornando mais forte e diversificada. As opções são várias e têm efeitos diferentes, quando utilizadas.
Há a possibilidade, como já dito, de se escolher entre duas naves, uma pilotada por uma mulher, chamada Phoenix Wing, e outra, pilotada por um homem, Arrow Hope. As duas têm características diferentes, porém, o autor não especificou se as armas têm efeitos diferentes, dependendo da nave escolhida. No entanto, o autor ainda não definiu se haverá a opção para dois jogadores, simultaneamente.
O projeto é sólido, bem cuidado e bem conduzido. A parte gráfica é um primor pouco visto num jogo indie para a plataforma, bem como a música.
Segundo o autor, o jogo está sendo produzido com a linguagem SecondBasic, uma das ferramentas recentes, para programação de jogos do Mega Drive.
Este projeto promete
Programação: Alexsandro Vinicius Mendes
Gráficos: Rafael Melo
Música: Paulo H.G.Ferreira (aka LinkueiBR) e Matheus Castellar
Vozes: Nardonio Lopez (Mardex Fordex)
Equipe de apoio:
Matheus Castellar - Programação
Mauro Flores (aka Irian Shinobi) - Programação
Laudelino Nemezes - Programação
Mais informações, novidades e download da versão demo do projeto aquie aqui.
Saudações aí, pilotos virtuais! Nem bem viramos o ano e cá já estamos com novas velhas notícias sobre seu meio de diversão (eletrônica) preferido! em mais delonga, um feliz 2019 com muito trabalho e diversão sadia, para todos!
Em 2015 o estúdio espanhol Dark Spot produziu Don'Yoku, um ótimo shmup vertical para PC (Windows), e, na época, o jogo foi muito bem recebido!
Olhaí! Mais uma femme-fatale como protagonista!
Um dos pontos de destaque do título foi o fato de que em pleno 2015, um ano de grandes transformações na indústria dos games, a equipe do Dark Spot entregou um shmup vertical com pixel art feita à mão! Além disso, a escolha do velho e bom rock como trilha sonora, como sempre, caiu como uma luva para o gênero, a exemplo de LORDS OF THUNDER (Sega-CD).
Trilha sonora à venda, bem-vindos ao mundo dos "DLCs"
A história se passa na década de 1920, período em que sequestradores e mercenários lutam nos céus para roubar a preciosa carga contida nos zeppelins. O jogador assume os controles do caça "Baron Iron Chin" ou da "Duquesa Matilde".
É muita, mas muita bala!
O sistema de jogo oferece algo novo, os personagens têm diferentes tipos de tiro e seu "Don'Yoku", que age um pouco como uma bomba e permite invencibilidade ou cancelamento (nõ compreendi bem isso, mas sigamos em frente). Mas há também uma boa curva de dificuldade que aumenta com o ritmo do jogo, isto é, ao matar os inimigos com a arma secundária (o laser) eles liberam moedas, e quanto mais se pega moedas mais jogo fica difícil! Então, molecada afoita, o plano de vôo e a estratégia de combate é de vocês!
Esse é um desafio para jogadores "raiz"!
O jogo é bem cheio de opções, permitindo que você jogue no modo vertical ou horizontal e o programa reconhece a maioria dos controles para arcades e PC, além de controles genéricos. Mas a paixão dos desenvolvedores está na presença do modo "Voltar aos anos 90", um modo gráfico com scanlines e cantos arredondados, para se assemelhar a uma tv de tubo, resultando em um efeito muito bonito!
Chefes mais que durões!
O estúdio Dark Spot conseguiu emplacar DON'YOKU na Steam, ainda nos tempos do Greenlight!
Teaser/trailler
Até onde sabemos, o jogo foi lançado em 26 de junho de 2015, no site Donyoku.com (hoje fora do ar), ao preço de €9,99 para download destinado às plataformas Windows, OS X e Linux. Ainda na época, o Dark Spot planejavam lançar uma versão física com a trilha sonora em CD. No plano também havia uma pequena chance de ver este belo jogo chegar ao Dreamcast, mas até hoje nunca soubemos do final da saga.
Curiosidade: até o presente momento, Don'Yoku vendeu cerca de 12.000 cópias! UUURRUUUUU!
Lançado este mês, o jogo PHOENIX FORCE, de autoria do brasileiro Sérgio Alonso já considerado um grande sucesso na Steam. A redação deste humilde blog entrou em contato com ele, para conversar um pouco sobre o jogo.
Capa de "Phoenix Force"
Tasbpan - Quem é Sérgio Alonso e de onde surgiu a idéia de fazer PHOENIX FORCE?
SA- Bem, eu sou Sérgio Alonso, moro em Campinas/SP, e faço jogos de nave desde 2008, e já comecei com jogos de nave, uns cinco, em Flash, e depois parti para plataformas que mais me agradaram, como Windows Phone e Android, para mobiles e PC (Windows).
Quando fiz meus primeiros jogos de nave, os jogadores gostaram muito mais dos chefes do que do resto dos elementos, e assim nasceu a idéia de fazer um jogo somente com os chefes, quero dizer, o jogador lutando somente contra os chefões. Daí surgiu PHOENIX FORCE.
A lista de meus jogos de nave é a seguinte, até agora:
O sexto é Phoenix Force, que já sai pronto para Windows Phone, Android e PC (Windows)
Tasbpan - Como foi a produção do jogo?
SA - Eu consegui um apoio financeiro da Microsoft, eles enviaram uma grana e financiaram uma viagem à Finlândia, onde aprendi em duas semanas, muita coisa sobre mnarkjeting, monetização e análises métricas, uma nova forma de medir e calcular o sucesso alcançado por certo projeto. Foi de extrema valia para mim.
Tasbpan - Quanto tempo levou para fazer PHOENIX FORCE?
SA - A produção de Phoenix Force levou seis meses, desde os rabiscos até o produto final, e gastei 17 mil reais com gráficos, música, e um programador que criour um sistema de "ranking on line" a ser exibido "in game", desde que o jogador esteja conectado ao facebook.
Tasbpan - Quantas pessoas trabalharam no jogo?
SA - Dois desenhistas e dois músicos foram os responsáveis pela parte artística do jogo, eu e o cara do ranking on line fomos os programadores, o que dá um total de seis pessoas, sendo que a programação do jogo todo foi minha, o outro cara fez exclusivamente o ranking on line.
Tasbpan - Onde podemos encontrar o jogo Phoenix Force?
SA- PHOENIX FORCE pode ser adquirido no Catarse, além dos links disponíveis na página oficial do jogo: http://phoenixforcegame.com/play./Há ainda umas surpresas exclusivas para quem comprar no Catarse.
Crianças jogando Phoenix Force em modo cooperativo, durante o IGDA Campinas
Sérgio Alonso, ao centro, utilizando o PC com monitor preto, demonstrando Phoenix Force para uma ávida platéia, durante a IGDA Campinas
Sérgio e amigos, no IGDA Campinas
Stand de vendas e demonstração de "Phoenix Force", na IGDA Campinas
Camisas do jogo, para quem comprar no Catarse
Gameplay de "Phoenix Force"
Tasbpan - E quais os planos para 2015?
SA- Já estou começando a trabalhar no Phoenix Force 2, mas ainda não tem nada jogável, estou fazendo testes de performance.
Anúncio de "Phoenix Force 2"
Tasbpan - Qual o nível de adrenalina de Phoenix Force?
Alguns dispositivos rodando "Phoneix Force" - Faltou só um cartucho de MEGA DRIVE! :)
SA - Bem, Phoenix Force tem cerca de cem níveis e um modo "DESAFIO" contendo aproximadamente outros cem níveis gerados proceduralmente.
Tasbpan - Beleza, meu velho. Parece exigir boas habilidades dos jogadores. Por ora ficamos por aqui, pois o Sérgio tinha que participar de um evento de gamedev em sua cidade, Campinas/SP. Comprei minha cópia do jogo, vamos ver como é. A idéia de um "BOSS RUSH" me lembra um jogo há muito esperado, o "SUPER BOSS MEGASHIP", do Rafael "Shatterhand".
Belíssima arte promocional: as fênix rodeando a árvore da vida
Nos últimos anos, os produtores independentes de jogos têm criado verdadeiras obras de arte. Alguns jogos alcançaram sucesso tão grande, que as grandes empresas do ramo acabaram contratando seus criadores ou comprando seus direitos autorais e de distribuição.
Chega de blablabla. Eis aí 10 bons jogos indies que valem a pena jogar: A ordem apresentada é aleatória, não há uma conotação de melhor ou pior.
1 - HYPER WARS - The Mega Firestorm - Os gráficos desse jogo lembram os jogos de Game Boy monocromático. De autoria do estúdio Pixel Prospector, esse jogo é muito simples, bonito e divertido de se jogar. O esquema é simples, bem ao estilo Game Boy: um botão para tiro e setas para controlar. O objetivo? Destruir tudo o que vier pela frente. Simplesmente clássico. As telas entre fases mostram animações e diálogos muito divertidos, cheios de palavrões apimentados e frases de efeito. Os chefões são bem duros de matar, e, digamos, chegar até eles já é um trabalho bem difícil, heheh! O jogo ainda tem um esquema de seleção de cores, para mudar a cor dominante, que varia entre amarelo, sépia, verde e cyano.
Olha só! Novo jogo para Game Boy! - É mentira! É um jogo indie!
Um piloto muito escroto, com uma boca muito suja - mas o jogo incrivelmente divertido!
2 - ABSOLUTE BLUE - Distribuído pelo mesmo estúdio Pixel Prospector, esse "shooter" horizontal é bem divertido, tem ótimos gráficos e contém vários elementos clássicos do gênero, como "power-ups", passagens estreitas, muitos inimigos, e uma história bacaninha. A versão completa custa cerca de €4.99.
3 - AERO FLUX - Feito em Game Maker, este jogo, ainda em produção, parece uma mistura de jogo de nave com RPG, devido aos gráficos característicos daquele gênero de jogo. Mas as semelhanças param por aí. O jogo tem boa trilha sonora, excelentes gráficos "animadinhos", mulheres sensuais, chefões aloprados, muita bala na tela e todas essas coisas que nos fazem gostar de jogos de nave, hehehe! Pelo sotaque do narrador do video, o qual creio ser o autor, trata-se de uma produção francesa.
4 - CHAOS STREAM - Esse jogo é odiado por uns e amado por outros. Seus gráficos são compostos por elementos de texto, em ASCII, como se fosse feito em Basic ou DOS. Logo, quem está acostumado aos hiper-mega-super gráficos 3D renderizados simplesmente torce o nariz para jogos que não sigam essa tendência. Mas isso é um fato que não esmorece os verdadeiros amantes dos jogos de nave, porque o que importa é o conjunto da obra e não apenas a sua aparência. Em jogos, apenas a beleza não põe mesa. E mesmo assim, o jogo não é feio, apenas diferente. É um jogo que vale a pena conhecer. O jogo foi desenvolvido pela Stargoat Games (Melbourne, Victoria - Australia).
5 - ALIEN ASSAULT - Mais um belo jogo pixelado. Jogadores "hardcore" considerá-lo-ão muito fácil,. Talvez seja um jogo mais adequado para quem só joga ocasionalmente.Independentemente disso,a apresentação gerale polidado jogo (com as suas raízesfirmementeplantadasem épocasretro) é cativante.
6 - PROJECT F-60 - Outro jogo de visual retrô, segue bem a linha de clássicos como Gradius e Thunder Force, porém, sem a agressividade daqueles. O ritmo do jogo é calmo, a dificuldade é mediana. A trilha sonora é adequada ao estilo de jogo, sem maiores surpresas.
7 - SATAZIUS - Ocruzador Aganoestava em patrulhaquando foiatacado eatingido por umaconfederação depiratas espaciaisquehaviam estabelecidouma baseemSATAZIUS. Ospiratas atacaram oAganocom a intenção deroubar anave de assalto"Trafalgar" queestava guardadaa bordo doAgano, mas a Trafalgarfez umasaída de emergênciabem-sucedida.É um jogo muito difícilsevocê é novato no gênero, tornou-se um clássico! Distribuído com apoio da Capcom, esse é um excelente jogo horizontal. Muitas armas, muitos inimigos, velocidade alucinante, dificuldade gradativa, gráficos empolgantes, não adianta explicar, JOGUE! A versão completa custa U$ 5,99 na Capcom Store. Mas antes de encarar a missão, você precisará dos seguintes pré-requisitos:
Hardware
-OS: Windows 7 Home Premium x64 (também roda no XP)
-MB: Gigabyte GA-MA770T-UD3
-CPU: AMD Phenom II X4 965 3,4GHz
-GPU: Gainward GeForce GTX 570 Phantom (eu uso uma GeForce 7300-SE)
-RAM: G-Skill 4x2GB DDR3 1333MHz (testei com um único pente de 2Gb e rodou bem)
8 - SUPER EUROJET - SuperEurojeté um "shoot-em-up" 2Dao estilo deGradiuseR-Type, onde o jogador controlaum jato voandoqueviaja através deenxames defogoinimigo.SuperEurojetfoi criadoem três diasporEricRuthGamese foi lançadono verão de2008. Feito em Game Maker. Possui incrível trilha sonora, muita gente aí na sua casa vai dançar, enquanto você manda chumbo quente nos inimigos!!
10 - RAZOR 2 - HIDDEN SKIES - O ano é 2027. A Amazônia não resistiu aos constantes desmatamentos e
com a piora do clima a nossa floresta se transformou num deserto. Além
disso, fomos invadidos por diversas outras superpotências e agora só nos
resta uma única alternativa: enfrentar a tudo e a todos para recuperar
as bases em território nacional.
Esta é a trama do jogo Razor 2: Hidden Skies, jogo de tiro e naves espaciais criado por uma equipe de brasileiros e disponível para download em versão DEMO. Com uma trilha sonora orquestrada inspirada em Star Wars, o jogo lembra outros belos títulos da época dos 16 bits, mas com gráficos e visual refinados.
A instalação do game é simples. Basta fazer o download do aplicativo e dar um duplo clique sobre o arquivo executável. Um ícone de atalho é criado na área de trabalho. A versão DEMO disponibiliza apenas uma fase para o usuário. É pouco, mas é o suficiente para conhecer o estilo do jogo e um pouco de sua jogabilidade.